Se morremos dá muito fruto

Cartaz do filme Homens e Deuses

Cartaz do filme

Ontem, tive a felicidade de assistir ao filme Homens e Deuses, de Xavier Beausois, que conta a história impressionante do martírio de alguns monges franceses na Argélia no final da década de 90. Uma história real, um martírio recente. Santos do nosso tempo. Santos como nós.

No filme, fica claro o heroísmo humano de cada um desses monges. Não há um heroísmo sobre-humano, sobrenatural. Não há a presença de superpoderes. Há, sim, muitos questionamentos e a retratação de nossas limitações e fraquezas. Nenhum deles buscava o martírio, mas todos entenderam que a via de Cristo passa pela cruz. E a cruz pode ser a morte como a vida.

O cineasta (que, por sinal, não é católico praticante) conseguiu mostrar com muita destreza o universo humano das dúvidas, dos questionamentos e das fraquezas.  Em nenhum momento, os monges escolhem o martírio. Na verdade, alguns chegam a temer a morte e o sofrimento. Mas eles se entregam à missão que escolheram: servir Jesus sem fugir das contingências.

Em certo trecho, eles cantam na noite de Natal um hino muito bonito que diz: “nada mais existe além do Amor”. E é entendendo isso que eles assumem e aceitam a condição de ser galho para permitir que pássaros repousem e descansem sobre eles, encontrem sombra e alimento.

Os “pássaros” são os cidadãos do povoado onde eles vivem e servem, que, apesar de participarem uma cultura e religião distintas (são mulçumanos), encontram neles o calor e atenção que todo ser humano busca. Mas “pássaros” somos também nós que a partir do exemplo desses monges, podemos perceber que a morte não finaliza uma vida, mas gera outras vidas, como uma semente que morre para dar fruto (Jo 12, 24-26).

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Coincidentemente, as leituras litúrgicas de hoje falam sobre esta questão. E é Santo Agostinho que comenta muito bem sobre martírio.

Leiam: http://www.webcristo.com.br/index.php/artigos/35-formacao-espiritual/120-se-morrer-da-muito-fruto

“O Bom Pastor não abandona as ovelhas diante dos lobos”.

Feliz Páscoa

Alegremo-nos! Hoje é Domingo de Páscoa, o Senhor ressuscitou: “Ele não está aqui, pois ressuscitou, conforme havia dito(Mt 28, 6).

Jubilemo-nos! Hoje é Páscoa, Aquele que jazia no túmulo agora vive: “É Páscoa, a Páscoa do Senhor… Não figura, não história, não sombra, mas a verdadeira Páscoa do Senhor…(Santo Hipólito de Roma, Das orações dos primeiros cristãos, 44).

Meus filhos…..


Gabriel

  
Alessandra

 
Bruna


Pinguim

 
Lelê

 
Bru

Ron Mueck

Nos meus passeios pela rede, descobri Ron Mueck. Um artista plástico contemporâneo que esculpe imagens quase que perfeitas do ser humano em seu cotidiano.
Admirado com a beleza de suas obras, postei algumas fotos em meu space, dia 3/fevereiro, e vários amigos meus comentaram ou me enviaram emails, perguntando-me que fotos tão impressionantes eram aquelas.
 
Ron Mueck, nascido em 1958, é Australiano, de Melbourne. Atualmente, mora em Londres.
Desde os quinze anos vem realizando trabalhos sui generis  em latex, resina, bronze ou mármore, recebendo as melhores críticas no mundo todo.
Suas obras estão expostas em diversas galerias de artes em vários países, como Canadá (National Gallery of Canada e Musée des Beaux-Arts du Canada), EUA (Brooklyn Museum Art e James Cohan Gallery – NY), Alemanha (Arhus Kustmuseum, Aros), Inglaterra, além de sua terra natal.
 
Para deleite de todos, exponho ao lado mais algumas imagens dos trabalhos de Ron Mueck.

Falando francamente

De quando em vez, acesso meu space e vejo se há novidades, um novo comentário. Releio alguns tópicos e me lanço a escrever algo novo ou a postar mais algumas imagens que vou colecionando na rede. Tudo faço na base da pesquisa e inspiração emocional.
Deixo meu coração ir na frente, indicando o caminho a percorrer. Procuro ser, nesse meu diário virtual, quem eu realmente sou ou quem eu acho que sou, ou mesmo, de certa forma, quem eu gostaria de ser. Tiro máscaras que me acompanham no cotidiano. Revelo ângulos desconhecidos e facetas muitas vezes incomuns. Assim, acredito, acontece com muitas pessoas que, hoje, freqüentam a internet, protegidos pelo véu da não identidade.
 
Sempre gostei de poesias. Neste espaço, descobri-me poeta.
Arriscando-me em minhas primeiras linhas, tenho me deliciado com o ritmo das palavras, com o ondular das frases.
Nas poesias, faço música, e com ela, encanto meu dia.
Mesmo nas reflexões entristecidas ou angustiadas, revelo-me em personagens que buscam viver a vida, dando sentido ao que é belo e ao que é importante. Valorizo, assim, o que há de mais importante para entendermos, mesmo que seja a morte. É assim que encaro a vida.
 
Por sinal, coisa que sempre curti bem é a morte. Nunca fui suicida, mas sempre quis entender e saber o que se passa do outro lado. Se eu pudesse ouvir de alguém que já passou por esta experiência, seria, no mínimo, interessante. Nada fúnebre, me entendam, por favor.
É claro que não acredito em fantasmas ou entes espíritas que rondam, desencarnados, os corredores da vida. Isso é para Hollywood. Na vida real, minha fé não chega a tanto.
 
Falando francamente, aqui vivo um lugar em minha vida.
 
(Estou postando, em conjunto a este texto, umas fotos super legais das esculturas do artista plástico australiano Ron Mueck)
 

Tietagem

Esteve comigo rapidamente na tarde de hoje minha querida amiga e afilhada, Aline Venturi, uma das vozes mais privilegiadas da música católica do Brasil.
Não tivemos muito tempo para conversar, pois ambos tínhamos compromissos já marcados, exigindo nossa presença. Mas alegrou-me o coração revê-la.
 
De forma simples, ela me deu um presente: seu carinho. E eu a retribuí dando-lhe total atenção (nem atendi as ligações telefônicas que chegavam).
 
Falou-me de sua intenção de retornar ao estúdio e gravar mais um CD. Um novo repertório já está pronto.
Para a produção musical, contratou um artista ímpar, para o qual dirijo todos os elogios: Duda Suliano. Quem já o ouviu e o viu trabalhar, sabe o que digo.
 
Ainda de sobra, comentou ter ouvido na MTV um belíssimo show da cantora Alicia Keys.
Fui conferir na internet e fiquei encantado. Deixo aqui o registro do site oficial dessa diva, para quem quer conferir, ouvindo uma boa música.
 
=======  www.aliciakeys.net  =======
 
 
"Quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro"
 
PS:  Pra quem também ficou curioso, querendo conhecer a Aline Venturi, ela também tem um site oficial. Basta acessar a página www.alineventuri.com.br.
 

Acabou…

Sim, assim mesmo com reticências: ACABOU…
Acabou, mas não terminou (risos).
Os onze dias da Feira da Providência de 2005 passaram. A Feira acabou, mas agora que começa o trabalho do Vicariato Episcopal para a Caridade Social da Arquidiocese do Rio de Janeiro com milhares de ações sociais realizadas diariamente pelas diversas pastorais que constituem esse Vicariato.
Sinto-me orgulhoso por ter colaborado com a realização da 45ª Feira da Providência. Cansado mas orgulhoso.
 
 
Permitam-me ausentar-me por mais alguns poucos dias. Só para eu recuperar as minhas forças. Depois, melhor, eu volto escrevendo algo mais.

Feira da Providência

Dia 1°/dezembro se inicia no RioCentro a 45ª Feira da Providência, e a Rádio Catedral FM 106,7, mais uma vez, terá um estande nesse Centro de Exposição carioca de fama nacional.
Estaremos no estande 34 (com 43 metros quadrados), no pavilhão 2.
A Feira começará às 12 horas e terminará às 23 horas, se estendendo até o dia 11/dezembro.
Será, portanto, uma maratona e eu estarei à frente do estande da Rádio nesses dias.
Deste modo, provavelmente, me ausentarei deste espaço na primeira quinzena no último mês de 2005.
Se tiver alguma força, acessarei rapidamente para postar rápidas notícias,comentários ou fotos.
Destarte, até depois do dia 11.

Deus é mais… sempre muito mais

Eu preciso partilhar de alguma forma o que vivi neste último fim de semana. Não sei quem vai ler este espaço. Não sei mesmo se alguém vai ler esta partilha. Não estou interessado em promover este meu diário virtual. Quem já o conhece, pode acessá-lo a qualquer momento, pois não habilitei recursos de impedimento. Quem não o conhece poderá nunca conhecê-lo, pois também não pretendo sair fazendo apologias sobre ele. Mas, os fatos que vou narrar aqui, isso, sim, merece propaganda… e farei isso na emissora onde trabalho.
 
Se eu não me engano, desde abril deste ano (2005), tenho me reunido com uma turma de jovens animados a evangelizar a cidade de Seropédica, município vizinho à cidade onde moro.
Desde essa data, temos planejado realizar um grande evento chamado Deus é Mais.
Inicialmente, nos reuníamos uma vez por mês. A partir de julho, passamos a nos reunir quinzenalmente. Em novembro, decidimos que precisávamos de reuniões semanais.
É claro que nem em todas as reuniões eu pude estar. Meus compromissos familiares ou de trabalho, ou mesmo pessoais, me afastavam de alguns desses momentos que passei a amar.
 
Nessas reuniões, rezávamos e planejávamos ações necessárias e eficazes para evangelizar os Seropedicenses, promover a integração das três paróquias da cidade e fortalecermos o ânimos dos católicos, que são minoria nesta cidade.
Conseguimos espaço em duas rádios comunitárias (Onda Rio FM e Caçulinha FM); demos início à construção de um site; criamos uma comunidade no orkut; promovemos um retiro de formação para ministros de música; realizamos um show musical, trazendo o Ministério Missionário Shalom de Fortaleza (Ceará) para Seropédica; conseguimos nos introduzir na festa da cidade – ExpoSeropédica – com uma noite de liturgia e música católica. E, por fim, neste último sábado, dia 26/novembro, promovemos o show Deus é Mais, com a cantora Aline Venturi, Banda Novo Viver, Ministério Haguidéni e Banda Bom Pastor.
 
Para que isso tudo fosse possível, contamos com muita gente. A equipe ia crescendo, à medida que as reuniões se realizavam. À medida que se aproximava a data do show, mais pessoas se interessavam e se comprometiam. Até o próprio Bispo da Diocese de Itaguaí tomou ciência de nossas ações e "vestiu a camisa" da equipe, abençoando o projeto, dando força pela divulgação, indo pessoalmente à Rádio Catedral FM – emissora oficial da Arquidiocese do Rio de Janeiro – onde trabalho, para falar sobre seus trabalhos na Diocese e sobre o evento Deus é Mais.
 
E tudo ia a mil maravilhas, quando de repente chega o dia.
T e m p e s t a d e.
Desde a noite anterior até a manhã do dia 26, chovia a cântaros e nada provava que a chuva ia parar.
São Pedro parecia que não era amigo da gente como proclamávamos.
 
Tendo eu dormido às 3 horas da madrugada, preparando material para o evento do dia seguinte, às sete horas acordei com um telefonema. Era o Jeosafa, um dos coordenadores, que já se encontrava no local do evento, dizendo que a quadra onde montaríamos o palco estava inundada, completamente inundada.
Disse ele que chamaria uma equipe da Defesa Civil, mas ele mesmo não via jeito de, naquele local, se realizar o show tão planejado, tão preparado, tão esperado.
 
Passado mais algum tempo e mil ligações telefônicas, diante da calamidade da chuva que não parava e que não mostrava vontade de parar, começamos a pensar na hipótese de cancelar o show.
Enquanto todas as equipes aguardavam novas ordens, principalmente a equipe de montagem de palco, estrutura de iluminação e som, nós, da coordenação, sentíamos o vazio da frustração: tantos sonhos, tantos desejos, tantas expectativas, tanta orações… e agora, chuva, muita chuva… maldita chuva. Por que resolveu cair logo neste dia? Por que não esperou um dia?
 
O vazio tomou conta de nosso coração e de nossa mente e a dura decisão eu tomei. VAMOS CANCELAR TUDO!
Por telefone, mandei o caminhão com a estrutura do palco, iluminação e som retornar para a garagem.
 
 Preparando para ir à Rádio Catedral para anunciar o cancelamento do show, começo a receber telefonemas dos outros coordenadores. – "Vamos conseguir outro espaço. Vamos fazer o evento!"
- "Mas como? Como avisaremos em cima da hora a mudança de endereço? Como montaremos tudo que precisamos em tão pouco tempo?", questionava eu.
E no desespero e na loucura, resolvemos arriscar a fazer tudo mesmo que resultando em grande prejuízo. Mesmo não aparecendo ninguém por causa da chuva.
Arrasado com tudo isso, acatando o pedido dos outros coordenadores, dei nova ordem aos técnicos: "Ponham-se de novo na estrada! Vamos realizar o evento."
 
Paralelamente a tudo isso, eu, em casa, me desentendia com minha esposa que, preocupada comigo, não admitia eu ter que sair do conforto de nosso lar para me arriscar na estrada à caminho de Seropédica. E mais, por nosso carro, nos dias anteriores, ter apresentado problemas de mecânica.
 
Total frustração.
Tantas reuniões, tantos sonhos escoando pelo boeiro com as águas da chuva que insistia em não parar.
Como conceber a idéia de não ver acontecer o que foi tão esperado.
 
Contrariando a tudo e a todos, fiz mais algumas ligações. Providenciei carona para chegar em Seropédica.
Foi conseguido novo local para o evento. Conseguimos promover a orientação para o novo lugar.
Pela Rádio Catedral, divulguei as últimas decisões, principalmente, informei a todos que desejavam comparecer ao evento, que ele não estava cancelado como achavam que poderia estar por causa da chuva.
E, melhor, em tempo recorde conseguimos montar a estrutura de palco, som e luz.
 
Às 18:40h, com quarenta minutos de atraso, demos início ao show.
Aos poucos, as pessoas que compraram os ingressos antecipados começaram a chegar. Aos poucos, a quadra, que era o triplo do tamanho daquela onde antes faríamos o evento, começou a encher.
No céu, não víamos estrelas, mas a chuva resolvera parar de cair, permitindo que outras pessoas resolvessem sair de suas casas a caminho do local do show.
Nossas equipes estavam à postos.
 
Surpreendentemente, as pessoas que compareceram ao show começaram fazer chegar aos nossos ouvidos que tudo estava maravilhoso.
As quatro bandas que passaram pelo palco nos disseram que amaram a acolhida, o serviço de camarim, o som de primeira qualidade, o palco bem estruturado.
A platéia, por seis horas seguidas, pulou, dançou, rezou e se divertiu no evento Deus é Mais.
 
Ao final, cansado, muito cansado, com dores na garganta, abracei alguns da equipe, principalmente os três que comigo formavam a coordenação (Viviane Paschoal, Jeosafa Fonseca e Romildo Marinho) e, sem palavras, voltei para minha casa, onde cheguei por volta das duas e meia da madrugada.
 
Até agora não voltei a falar com ninguém da equipe, passei o domingo descansando e, acredito, que todos os outros fizeram o mesmo. Amanhã, segunda, farei contato. Mas qualquer coisa que eu diga não será suficiente. Meu coração está cheio de alegria.
 
De tudo, aprendi uma lição: esperar em Deus, que é sempre mais do que esperamos.
A chuva serviu para que mudássemos de lugar, confiássemos nele, percebéssemos que é Ele quem abre as portas, quando outras são fechadas.
Se tivéssemos feito no local original, o evento teria sido provavelmente muito ruim, porque o espaço teria sido pequeno.
Nós queríamos algo grande e bonito, sonhávamos com isso, mas não confiávamos tanto a ponto de preparar um local digno de receber uma multidão. Pois Deus providenciou com sua chuva.
 
"Ó Deus amado, Senhor de todas as coisas! Faze que aprendamos as tuas lições e reconheçamos o teu poder e a tua grandeza.
Que nossos atos e vontade sejam todos para a tua glória. Amém"
 
PS.: Meu agradecimento especial a todos da equipe Deus é Mais, em especial, a Vivi, ao Jeo, ao Romildo, Rogério, Adriana, Telma, Maximo, Max, Bruno, Fabiana, Neto, Claudio Allan, Gilson, Daniel, Vanildo, Kelly, Léo, Rita, Suellen, Liliane, João Luiz,  Monica, Marcia, Cristiano, Scarlet, Dedé, Padre Gabriel, Dom Ubiratan, Padre Francisco, a galera do Eterna Salvação de Piranema, o grupo de jovens da Maria Mãe da Igreja, os jovens da Universidade Rural (GOU), as três mulheres intercessoras do grupo de oração, e tantos outros, que hoje estão no meu coração.

Calar-me, eis o meu desejo

"Os monges exercitam a virtude do calar-se não como um fim em si mesmo, mas para se unirem a Deus. Pois o encontrar-se consigo mesmo e o desprender-se são dois passos necessários no caminho para Deus, para a união com Ele."

(GRÜN, Anselm- "O céu começa em você", Ed. Vozes, 1998,
4ª ed., pág. 64)

Mantive-me calado neste espaço por alguns dias, não por querer aproximar-me simplesmente de Deus, mas porque estava assoberbado de atribuições no trabalho. Quase não tenho tido tempo para minhas necessidades pessoais, e isso é muito ruim. Ruim porque devo aprender a lidar com o cotidiano, sabendo dividir o suficiente para tudo que me cerca.

Devo ter atenção ao trabalho, sim, mas devo dedicar-me às minhas coisas particulares: minha família, minha casa, meu crescimento pessoal e espiritual.

Parar para pensar e rezar é tão ou mais importante do que arregaçar as mangas e ganhar dinheiro e pagar as contas. Ainda bem que no céu não haverá esta necessidade (pelo menos espero).

Importante é assumir o papel de Marta, mas… necessário também é ser Maria (Lucas 10, 38-42).

"Deus amado, te louvo e te bendigo, hoje, dia mundial de ação de graças. Te louvo por tua beleza, tua bondade e misericórdia; te louvo pelo teu amor gratuito e infinito. Sem ti eu não subsistiría.

Ensina-me a calar-me e a te encontrar na oração e no silêncio, mesmo em meio a tantos barulhos do dia-a-dia.

Quero estarmais unido a ti e quero te conhecer mais e te amar mais.

Cuida de mim nessa caminhada até teu coração, até tua glória.

Bendito sejas em todos lugares e em todos os momentos. Amém."

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