Infográfico sobre as gerações X Y Z
quarta-feira, 14 setembro 2011 3 Comentários
Achei muito interessante o infográfico organizado por Kalyl Rachid,
no blog MR-Marketing Rede. Permita-me compartilhá-lo aqui.
Alguns pensamentos meus, meus estudos… minha vida em palavras.
quarta-feira, 14 setembro 2011 3 Comentários
Achei muito interessante o infográfico organizado por Kalyl Rachid,
no blog MR-Marketing Rede. Permita-me compartilhá-lo aqui.
quinta-feira, 08 setembro 2011 3 Comentários
Imagine-se convidado para uma big festa onde estarão pessoas super interessantes, inteligentes, bem relacionadas, comunicativas, influentes, entre outros atributos que fazem o convite valer como um diamante. Como você iria à festa? O que faria ao chegar lá? Como tentaria causar boa impressão para receber mil elogios e estabelecer contatos altamente positivos para o seu negócio ou seu interesse pessoal?
Será que você vestiria aquele seu macacão com mil estampas do seu negócio, feito um piloto de fórmula 1? A cada pessoa que lhe estendesse a mão para cumprimentá-lo, você entregaria seu cartão de visita ou um folder com as especificações de seu mais novo produto? Acho que não, né? Pois, se fizesse isso, em pouco tempo você se tornaria a pessoa mais desagradável do lugar, seria esnobada, ignorada e, muito certo de nunca mais ser convidado para outra festa igual. Concorda?
O mesmo, meu caro, podemos aplicar para o ambiente de internet e as mídias sociais.
É muito inconveniente acessar um perfil ou uma conta de uma empresa em uma rede social e só encontrar publicidade dos produtos dela. A maioria das pessoas foge disso.
As empresas precisam entender que os novos ambientes de interação são uma grande oportunidade para o relacionamento, para o networking. Antes fazer contato e permitir-se conhecer o cliente a tentar empurrar goela abaixo uma venda.
Aproveite os canais sociais para estabelecer novos contatos e fidelizar antigos clientes, mostrando seus valores, refletindo sobre a importância da sua visão empresarial e sobre sua missão. Procure ouvir seus clientes. Saber se eles estão satisfeitos com o seu trabalho, que inclui, não somente seus produtos ou os serviços oferecidos, mas também tudo mais que envolve o seu negócio, como o layout do seu escritório ou loja, o posicionamento geográfico do seu ponto de venda, além das facilidades oferecidas para suprir as necessidades do cliente etc.
Contatos interessados em um conteúdo mostrado em uma rede social farão espontânea e gratuitamente publicidade para seus conhecidos e essa divulgação, sendo bem planejada, poderá tornar-se viral e, quem sabe, até proporcionar um resultado que ultrapassará as expectativas de uma propagada paga.
Como eu já disse anteriormente em outro post, não basta abrir uma conta ou um perfil em uma rede social e achar que seus clientes irão ver seu trabalho. Nem tampouco é recomendável explorar as redes sociais para unicamente promover seus produtos e serviços. Redes sociais são para relacionamentos.
terça-feira, 06 setembro 2011 Deixe um comentário
Apesar de exatamente nessa semana ter sido anunciado que o Orkut não é mais a maior rede social do Brasil, tendo sido ultrapassada pelo Facebook, quero apresentar-lhes um vídeo muito interessante que relata de forma animada o poder e a influência das mídias sociais na vida das pessoas.
O Google, maior site de busca do mundo, possuidor de uma série de aplicativos que facilitam e entretém a vida de milhões de internautas, deseja oferecer aos seus usuários uma infinidade de recursos, permitindo que eles encontrem tudo que precisam ao alcance de um clique.
A situação mostrada no filme não é mais ficção, é o cotidiano de muitas pessoas e, quem sabe em um futuro próximo, o de todos?
Desejando uma consultoria sobre inclusão de marcas nas mídias sociais ou otimização de ferramentas para um bom posicionamento de sua empresa nos sites de busca, entre em contato comigo: aldomarques00@gmail.com.
terça-feira, 06 setembro 2011 Deixe um comentário
O óbvio é que essa mudança de comportamento será cada vez mais acentuada, principalmente, com o avanço da inclusão digital, facilidade do acesso à banda larga e a diminuição dos preços das TVs com internet.
Lendo o artigo abaixo, podemos considerar que urge o trabalho do profissional de mídias sociais, adequando as empresas a essa nova realidade, preparando a ambientação virtual da marca.
O ConsumerLab da Ericsson divulgou os resultados do seu estudo anual “TV & Video Consumer Trend Report 2011”, que mostra que as pessoas estão passando menos tempo assistindo às transmissões de TV programadas e estão gastando mais tempo assistindo à TV online via streaming e sob demanda. Mais de 44% dos entrevistados afirmaram que assistem à TV sob demanda pela internet mais de uma vez por semana, enquanto 80% assistem a transmissões de TV mais de uma vez por semana.
Anders Erlandsson, conselheiro sênior do Ericsson ConsumerLab, diz: “assistir a programas online vem se tornando cada vez mais popular, enquanto assistir à TV permanece sendo a forma mais comum de se assistir televisão. As pessoas querem poder escolher entre a programação e o vídeo sob demanda. A TV e o vídeo não foram afetados negativamente pela internet da mesma maneira que a mídia impressa. Nós apenas assistimos à TV de mais formas do que antes”.
O estudo também mostra que o uso das mídias sociais impactou a forma como assistimos à TV. Mais de 40% dos entrevistados afirmaram que usam as mídias sociais em vários dispositivos, como smartphones e tablets, enquanto assistem à TV.
“Nossas entrevistas aprofundadas – especialmente aquelas feitas nos EUA, que estão na vanguarda das tendências de consumo em TV e vídeo – mostram como o uso das mídias sociais impacta a forma de se assistir à TV. A maioria das famílias combinam a TV com o uso do Twitter, Facebook, mensagens de texto, chamadas de voz e fóruns de discussão sobre o que estavam assistindo. É assim especialmente quando assistem a reality shows e esportes. Essa comunicação agrega uma nova dimensão à experiência de TV, à medida que os consumidores acham um reality show irritante mais divertido quando podem comentar nas mídias sociais sobre os cantores “horríveis”, as roupas “feias” ou quando seu time favorito faz um gol”, diz Erlandsson.
Em termos do que os consumidores mais esperam da sua TV, a boa qualidade permanece sendo o principal fator e ela é mais importante do que, por exemplo, a disponibilidade de TV 3D e acesso a aplicações.
A pesquisa também mostra quantas horas por semana em média as pessoas passam vendo TV e que porcentagem do total elas estão usando conteúdo sob demanda. As pessoas na Alemanha, por exemplo, passam pelo menos 25 horas por semana assistindo a TV e vídeo, mas apenas 28% deste conteúdo é sob demanda. Na Espanha, 44% de toda a audiência é sob demanda.
[ Artigo extraído do site Meta Análise - Leia o texto em sua origem: Clique aqui. ]
terça-feira, 06 setembro 2011 1 Comentário
Com o rápido avanço das inovações tecnológicas, penso que as empresas devem estar atentas às mudanças de comportamento profissional para não permitirem a criação e crescimento de uma lacuna entre a direção da empresa e seus colaboradores. Acho que o melhor a fazer no momento é o diálogo para tirar melhor proveito da situação.
O uso das redes sociais no ambiente de trabalho rende boas discussões tanto por parte dos empregadores como pelos profissionais. Um estudo realizado pela Acas, consultoria de Recursos Humanos, revelou que 55% das pessoas acessam redes sociais no trabalho, seja por computadores da empresa, seja pelo próprio celular.
Para alguns empregadores, os profissionais estão abusando e se preocupando mais com suas páginas pessoais do que com o trabalho. Para evitar problemas, a consultoria indica que as empresas criem uma política interna em parceria com sindicatos e com os próprios funcionários.
Na política, devem estar claras as consequências, caso o profissional viole as normas internas. Além disso, a empresa deveria incluir as normas no contrato de trabalho. “A conduta on-line não deve ser diferente da conduta off-line. Os profissionais precisam assumir que tudo que eles dizem na internet pode tornar-se algo público, por isso, eles devem pensar o que eles querem o que os seus chefes e funcionários querem”, explica o CEO da Acas, John Taylor.
Flexível
A consultoria também aconselha que as empresas e os sindicatos mantenham-se atualizados, revendo de tempos em tempos a política de internet e mídias sociais, já que a tecnologia e o seu uso estão evoluindo rapidamente.
Além disso, os empregadores, antes de tomar qualquer decisão, devem analisar se realmente houve danos à empresa com o que foi escrito nas redes sociais. Vale ressaltar que o monitoramento intensivo pode ser ruim, além de trabalhoso.
Por fim, a consultoria aconselha flexibilidade, já que um gestor não seguiria um profissional da equipe para saber o que ele fala aos seus amigos sobre o trabalho. “ Só porque eles podem fazer algo assim on-line, não significa que eles devem”, finaliza.
[ Artigo extraído do site Administradores.com.br - Veja o texto em seu local de origem: Clique aqui. ]
sexta-feira, 19 agosto 2011 Deixe um comentário
O Facebook anunciou nesta quinta-feira que abriu um escritório em São Paulo, comandado por Alexandre Hohagen, vice-presidente da empresa na América Latina.
A rede social criada por Mark Zuckerberg chegou a 25 milhões de usuários ativos no Brasil, com um aumento de 20 milhões em 12 meses. No mundo, já são 750 milhões. Uma pesquisa da CNT/Sensus divulgada neste mês mapeou o uso das redes sociais no país, chegando à conclusão de que 8,8% da população brasileira tem perfil no Twitter; 27,3%, no Orkut; e 15,8%, no Facebook. O levantamento indica que 42,4% dos entrevistados têm acesso à internet. Considerando apenas esse público, as redes sociais aparecem com mais força: 20,8% têm perfil no Twitter; 37,4%, no Facebook; e 64,5%, no Orkut. Outro levantamento, realizado pela consultoria Gartner em 11 países, aponta que, apesar de os brasileiros aparecerem entre os que mais usam redes sociais, eles também estão entre os mais cansados dessas mídias, ao lado dos russos. Nos dois mercados, entre 30% e 40% dos entrevistados afirmaram que usam menos esses sites agora do que quando se inscreveram. O resultado sinaliza a perda de espaço do Orkut no Brasil, com o site do Google ainda na liderança, mas cedendo lugar para Facebook, Twitter e até mesmo para o Google+, a mais recente aposta da companhia americana no setor.
[Artigo extraído da Agência de Notícias Jornal Floripa: http://www.jornalfloripa.com.br/economia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=4952]
Considerações:
Que não dá mais para viver sem perceber que as redes sociais são uma realidade entre nós e que contribuem imensamente para a promoção da comunicação e da interação entre as pessoas, isso está claro. O importante no momento atual é entendermos qual ideal estratégia devemos adotar para obter o máximo de vantagens com as inovações tecnológicas que surgem.
Às vezes, parece-nos que estamos vivendo a experiência de Buck Rogers*. Tudo muda radicalmente e são tantas novas informações e tão aceleradas que não conseguimos assimilar todas ao mesmo tempo. As inovações nos assustam.
* William “Buck” Rogers era um personagem de revista em quadrinhos, criado em 1928, também aparecendo em uma série de tv, aqui no Brasil veiculada pela Rede Globo. Na história, passada em 1987, o capitão Buck Rogers acordou após ter ficado congelado por 500 anos em sua nave espacial a partir de 1987.
quarta-feira, 17 agosto 2011 Deixe um comentário
Filosofando um pouco, devemos entender e aceitar que o homem permanentemente vive o processo de “tornar-se”, de “vir a ser”. A Humanidade sempre refletiu sobre sua origem e sobre o seu futuro. Oráculos em todas as épocas e culturas tentaram descobrir para onde nos encaminhamos, “qual é o nosso destino?”. Profetas já escreveram e pregaram sobre o assunto.
O Homem é uma fábrica de ideias. É o seu motor efetivamente. Ideias nascem da mente humana como o pólen da flor. E como estas, geram oportunidades, oxalá, novos modos de vida.
Ideias são o combustível do homem, possibilitando que o mundo se mova. Todo o entusiasmo humano de viver está diretamente ligado à elas.
A mais recente e popular ideia é a Web 2.0: a interação humana pelas Redes Sociais. A digitalização do processo de comunicação e interação das classes e organizações sociais humanas.
“A internet é a representação bit a bit do homem”, diz Conrado Adolpho Vaz, em seu livro Google Marketing, Editora Novatec. “Sem pessoas, a internet seria apenas uma cidade fantasma” (ibidem). São elas que dão forma e sentido à internet. São elas que dão valor e conteúdo.
A internet transpira o Homem. Seu fim é tudo pelo Homem.
A vantagem da internet sobre todas as demais ideias do homem é que ela fala às multidões de forma rápida, direta e democrática. Hoje em dia, dominar a tecnologia das Redes Sociais é conseguir controlar a opinião pública. É poder.
O homem-alfa de hoje não é mais aquele troglodita forte , aquele nobre latifundiário ou mesmo o dono da fábrica. É o nerd franzino que hackeia a vida das pessoas e se comunica virtualmente com desenvoltura, gerando benefícios ao seu status real.
Pessoas são o motor de todas as ideias e os motoristas são os que conseguem rapidamente ler os códigos dos avanços tecnológicos que organizam as Mídias Sociais no desenvolvimento e aplicação do Marketing de Relacionamento.
sexta-feira, 01 julho 2011 Deixe um comentário
Segundo especialistas, preço e qualidade já não são mais decisivos na escolha dos consumidores. O que fala mais alto é o branding (conceito da marca). E isso se deve ao insistente, forte e produtivo trabalho que os profissionais de marketing vêm fazendo para valorizar as marcas que representam.