Oração do E+blogueiro

Tão compassivo, tão fiel, tão amoroso és Tu, Pai Nosso.
Te peço que aumentes a minha fé e o meu amor por Ti.
Que eu possa usar o blog como um instrumento para cumprir Teus propósitos.
Que eu possa me tornar blogueiro da Verdade e promotor da paz.
Ajuda-me a ser firme em meu compromisso cristão e que os visitantes possam encontrar em meu blog uma fonte de encorajamento e inspiração.
Dá-me força para anunciar a Tua palavra, para que possa desempenhar o meu papel e derrubar os muros da hostilidade do mundo usando o blog para fortalecer os laços de amizade, solidariedade e amor.
Fazei meu coração manso e humilde para que possa tratar os meus leitores como amigos, não como hits. Para que possa lutar para mudar a mim mesmo para melhor com mais frequencia do que retoco o template de meu site.
Livrai-me, ó Pai, de spams e vírus, do orgulho e do egoísmo e da tentação de reproduzir imagens sem permissão e copiar idéias sem creditar os autores originais.
Que possa estar sempre unido com a rede de E+blogueiros, irmãos que trabalham juntos em Teu nome. E que os nossos blogs nos levem mais perto de Ti.

Te peço humildemente em nome de Cristo, Nosso Senhor.
Amém.

Somos gente de pouca fé

Quem já experimentou ou tem experimentado estar como na barca com Jesus que dorme?

Ontem à noite, estando eu e minha esposa em oração para dormirmos, ela rezou nesse sentido: “ó Senhor, desperta, Tu que dormes, pois somos pessoas fracas na fé e precisamos de Tua misericordiosa ajuda”.

Apesar de procurarmos participar diariamente do Sacramento da Eucaristia, apesar de buscarmos na oração a alegria de nossa alma, somos ainda, eu e minha esposa, fracos na fé, pois esmorecemos diante das dificuldades do cotidiano.

Parece-nos que estamos em uma frágil barca em meio a uma tempestade (ref.: Lc 8, 22-25) como estiveram os apóstolos e Jesus. Por que depois de tamanhas graças alcançadas, depois de vivenciarmos o amor e a misericórdia de Deus em nossas vidas, ainda duvidamos das palavras de Jesus quando diz: “Não tenhais medo!”? Qual parte da frase “Eu estou e estarei convosco sempre” não entendemos?

Perdão, Senhor, por nossa fé tão tíbia. Tu já provaste teu amor por nós. Já revelaste tua graça em nossas vidas. Somos pessoas que conhecem Tua Palavra e a amamos. Queremos viver nossas vidas pautados nela. No entanto, vacilamos e murmuramos porque nos falta fé diante das dificuldades.

Senhor, Tu sabes tudo. Tu sabes que nós te amamos. Sabes também nossas limitações. Corrige-nos e ensina-nos. Queremos estar contigo sempre. Queremos viver na tua presença. Somos felizes ao teu lado. E nada existe e importa longe de Ti.

Aumenta nossa fé, é o que te pedimos hoje. E faz da nossa vida um verdadeiro testemunho da tua graça e presença.

O jejum, a oração e a esmola

Comentário ao Evangelho do dia (Mt 6, 1-6;16-18) feito por :

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona, norte de África, e Doutor da Igreja
Sermão 150, 6

O jejum, a oração e a esmola

Os epicuristas, que não esperam vida alguma depois da morte, que não esperam outra coisa senão os prazeres da carne, dizem assim: «comamos e bebamos, que amanhã morreremos» (1Cor 15,32). Mas os cristãos, acreditando de verdade numa outra vida depois da morte, uma vida muito mais feliz, não digam «comamos e bebamos, que amanhã morreremos». Sem esquecer que amanhã morreremos, digam antes «jejuemos e rezemos, que amanhã morreremos», e esse jejum que aqui refiro vos sirva, em terceiro lugar, como preceito irrecusável e indescurável para assim matar a fome a quem é pobre. Se não puderdes jejuar, dai antes de comer àqueles cuja saciedade vos alcançará misericórdia, e digam então os cristãos: «jejuemos, rezemos e demos aos pobres, que amanhã morreremos».

Mas exijo ainda outra coisa, uma terceira condição, pois não quero silenciar aquilo que é necessário observar acima de tudo: que o vosso jejum sirva para saciar a fome do pobre. Se não podeis jejuar, aplicai-vos ainda mais a alimentar aquele cuja fome apaziguada vos obterá o perdão. Eis, pois, aquilo que os cristãos devem dizer: «jejuemos, rezemos e demos aos pobres, que amanhã morreremos».

Disposições das graças

Chegando em meu trabalho, em um dia quase nublado, iniciei uma oração de louvor pela criação que estava diante de meus olhos. Louvei Deus Todo-Poderoso pelo céu acinzentado, pelas árvores frondosas que se beneficiaram com a chuva da noite e pelas gramíneas do meu caminho, muitas delas, insignificantes, amassadas pelos meus sapatos no trajeto do ônibus para minha sala de trabalho. Diante disso, percebi a grandeza de Deus, que faz o sol brilhar um dia e nos encanta com um colosso de luzes e calor; e, em outro dia, deixa jorrar a chuva para matar a sede da terra.

São tantas as disposições das graças!

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