Como construtoras recorrem ao Marketing Digital para obter sucesso

Durante a construção de mais uma unidade da rede de hotéis BIS, chamou-me bastante a atenção um trabalho super legal e eficaz da construtora Medabil, que resolveu, mais que simplesmente divulgar o seu trabalho e a sua marca, como também estar próxima dos seus clientes, passando a eles total confiança no que diz respeito às técnicas e materiais usados na obra e ao prazo de entrega. O jeito encontrado para alcançar essa proeza foi contratar a empresa Duplo M para desenvolver um website integrado às redes sociais, que permite ao cliente e curiosos acompanharem diariamente a obra enquanto ela está executada.

Essa medida super acertada está repercutindo muito bem e, além dos clientes satisfeitos, muitos curiosos, talvez futuros clientes, estão comentando nas redes sociais a boa impressão que essa campanha publicitária bem sucedida está causando.

Essa estratégia é a soma do compromisso com o empreendimento e da criatividade (simples, por sinal) com, principalmente, a seriedade no relacionamento com o cliente. E as redes sociais contribuem imensamente para o sucesso da ideia.

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“Será que alguém ainda tem dúvida de que a Web chegou para ficar? Não basta apenas ter um site e atendimento online, o mercado exige cada vez mais. As novidades estão surgindo a cada instante e não se pode ficar de fora disso”.

Assim, Natália Alves, jornalista e estudante de Publicidade e Propaganda, escritora do blog Midiatismo, começou seu artigo, apresentando mais um case muito interessante sobre iniciativas e inovações no lidar com o público recorrendo às técnicas do Marketing Digital.

A Gafisa, incorporadora e construtora civil, propõe em sua fanpage no Facebook a participação de seus clientes na sugestão de ideias para a realização das obras, ou seja, aplica o método “crowdsourcing” (modelo colaborativo para busca de resultados) na elaboração de novas e inventivas metodologias na construção civil.  Todas as ideias serão avaliadas pela empresa e as aprovadas serão aplicadas. Isso é construir um prédio do jeito que o cliente quer.

[ Leia o artigo em seu local de origem: O mercado exige e o marketing não é mais o mesmo ]

Diante disso, pergunto: você, empresário, ainda tem receio de contratar um profissional de Marketing Digital para cuidar da sua empresa e da sua marca na web?

Facilitando a vida das pessoas

Apesar de exatamente nessa semana ter sido anunciado que o Orkut não é mais a maior rede social do Brasil, tendo sido ultrapassada pelo Facebook, quero apresentar-lhes um vídeo muito interessante que relata de forma animada o poder e a influência das mídias sociais na vida das pessoas.

O Google, maior site de busca do mundo, possuidor de uma série de aplicativos que facilitam e entretém a vida de milhões de internautas, deseja oferecer aos seus usuários uma infinidade de recursos, permitindo que eles encontrem tudo que precisam ao alcance de um clique.

A situação mostrada no filme não é mais ficção, é o cotidiano de muitas pessoas e, quem sabe em um futuro próximo, o de todos?

Desejando uma consultoria sobre inclusão de marcas nas mídias sociais ou otimização de ferramentas para um bom posicionamento de sua empresa nos sites de busca, entre em contato comigo: aldomarques00@gmail.com.

O uso das mídias sociais nas empresas

Com o rápido avanço das inovações tecnológicas, penso que  as empresas devem estar atentas às mudanças de comportamento profissional para não permitirem a criação e crescimento de uma lacuna entre a direção da empresa e seus colaboradores. Acho que o melhor a fazer no momento é o diálogo para tirar melhor proveito da situação.

Empresa x profissional: normas devem reger a utilização de mídias sociais

Maioria dos profissionais acessa redes sociais no trabalho, seja por computadores da empresa, seja pelo próprio celular

O uso das redes sociais no ambiente de trabalho rende boas discussões tanto por parte dos empregadores como pelos profissionais. Um estudo realizado pela Acas, consultoria de Recursos Humanos, revelou que 55% das pessoas acessam redes sociais no trabalho, seja por computadores da empresa, seja pelo próprio celular.

Para alguns empregadores, os profissionais estão abusando e se preocupando mais com suas páginas pessoais do que com o trabalho. Para evitar problemas, a consultoria indica que as empresas criem uma política interna em parceria com sindicatos e com os próprios funcionários.

Na política, devem estar claras as consequências, caso o profissional viole as normas internas. Além disso, a empresa deveria incluir as normas no contrato de trabalho. “A conduta on-line não deve ser diferente da conduta off-line. Os profissionais precisam assumir que tudo que eles dizem na internet pode tornar-se algo público, por isso, eles devem pensar o que eles querem o que os seus chefes e funcionários querem”, explica o CEO da Acas, John Taylor.

Flexível
A consultoria também aconselha que as empresas e os sindicatos mantenham-se atualizados, revendo de tempos em tempos a política de internet e mídias sociais, já que a tecnologia e o seu uso estão evoluindo rapidamente.

Além disso, os empregadores, antes de tomar qualquer decisão, devem analisar se realmente houve danos à empresa com o que foi escrito nas redes sociais. Vale ressaltar que o monitoramento intensivo pode ser ruim, além de trabalhoso.

Por fim, a consultoria aconselha flexibilidade, já que um gestor não seguiria um profissional da equipe para saber o que ele fala aos seus amigos sobre o trabalho. “ Só porque eles podem fazer algo assim on-line, não significa que eles devem”, finaliza.

[ Artigo extraído do site Administradores.com.br - Veja o texto em seu local de origem: Clique aqui. ]

Como escolher uma mídia social para divulgar sua empresa?

Marketing DigitalPartindo da premissa de que as mídias sociais são essenciais ferramentas para a divulgação de uma empresa e que para encontrar um lugar ao sol, no mercado competitivo de hoje, se faz necessário utilizar e saber utilizar esses novos recursos tecnológicos de comunicação, fica a pergunta: “como escolher uma mídia social adequada sem perda de esforço e focando um público-alvo?”.

Na própria pergunta já identificamos um dos caminhos para encontrar a resposta. “Focando um público-alvo” nos diz que devemos saber onde estão nossos clientes, quais redes sociais eles estão usando.

De acordo com diversas pesquisas, a rede social Orkut ainda é no Brasil a campeã no quesito usuário.

Podemos achar que o Orkut está com seus dias contados; podemos dizer que essa rede social não está mais na moda, e que agora a boa é estar no Facebook, ou, para alguns “early users”, a boa é estar no Google+. Mas não podemos esquecer que o Orkut ainda detém 64,5% dos 42,4% de brasileiros que usam a internet, enquanto o Twitter detém 20,8% e o Facebook, 37,4%. A diferença nessa estatística é a classe social dos frequentadores.

Para quem você quer falar e mostrar sua marca? Quem são seus clientes? Essa resposta está diretamente ligada à escolha da rede social adequada para divulgar seu produto ou sua empresa.

Outro fator importante para sua decisão é quanto você quer investir em tempo e dinheiro para estar nessas redes sociais. Sim, tempo e dinheiro, porque não basta criar um perfil ou uma conta e achar que seu cliente vai encontrar sua empresa virtual. É preciso ocupar-se no desenvolvimento de estratégias para a divulgação e construção da sua marca virtual. E como você não pode e não deve perder o foco do seu próprio negócio (pois é o olho do dono de engorda o boi), é recomendável investimento em um profissional preparado para cuidar dos seus negócios na web, que saiba analisar o mercado, saiba escolher as melhores plataformas e integrá-las às outras que sejam interessantes e saiba também dialogar com seu “target”, favorecendo o fortalecimento e a consolidação da sua marca na web.

Oxalá, com essas dicas, virtualmente e também no mundo real, sua marca venha a se tornar “top of mind” para seus clientes.

Facebook abre escritório em São Paulo

Facebook BrasilO Facebook anunciou nesta quinta-feira que abriu um escritório em São Paulo, comandado por Alexandre Hohagen, vice-presidente da empresa na América Latina.

A rede social criada por Mark Zuckerberg chegou a 25 milhões de usuários ativos no Brasil, com um aumento de 20 milhões em 12 meses. No mundo, já são 750 milhões. Uma pesquisa da CNT/Sensus divulgada neste mês mapeou o uso das redes sociais no país, chegando à conclusão de que 8,8% da população brasileira tem perfil no Twitter; 27,3%, no Orkut; e 15,8%, no Facebook. O levantamento indica que 42,4% dos entrevistados têm acesso à internet. Considerando apenas esse público, as redes sociais aparecem com mais força: 20,8% têm perfil no Twitter; 37,4%, no Facebook; e 64,5%, no Orkut. Outro levantamento, realizado pela consultoria Gartner em 11 países, aponta que, apesar de os brasileiros aparecerem entre os que mais usam redes sociais, eles também estão entre os mais cansados dessas mídias, ao lado dos russos. Nos dois mercados, entre 30% e 40% dos entrevistados afirmaram que usam menos esses sites agora do que quando se inscreveram. O resultado sinaliza a perda de espaço do Orkut no Brasil, com o site do Google ainda na liderança, mas cedendo lugar para Facebook, Twitter e até mesmo para o Google+, a mais recente aposta da companhia americana no setor.

[Artigo extraído da Agência de Notícias Jornal Floripa: http://www.jornalfloripa.com.br/economia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=4952]

Considerações:

Que não dá mais para viver sem perceber que as redes sociais são uma realidade entre nós e que contribuem imensamente para a promoção da comunicação e da interação entre as pessoas, isso está claro. O importante no momento atual é entendermos qual ideal estratégia devemos adotar para obter o máximo de vantagens com as inovações tecnológicas que surgem.

Às vezes, parece-nos que estamos vivendo a experiência de Buck Rogers*. Tudo muda radicalmente e são tantas novas informações e tão aceleradas que não conseguimos assimilar todas ao mesmo tempo. As inovações nos assustam.

* William “Buck” Rogers era um personagem de revista em quadrinhos, criado em 1928, também aparecendo em uma série de tv, aqui no Brasil veiculada pela Rede Globo. Na história, passada em 1987, o capitão Buck Rogers acordou após ter ficado congelado por 500 anos em sua nave espacial a partir de 1987.

Pessoas são o motor de todas as ideias

Filosofando um pouco, devemos entender e aceitar que o homem permanentemente vive o processo de “tornar-se”, de “vir a ser”. A Humanidade sempre refletiu sobre sua origem e sobre o seu futuro. Oráculos em todas as épocas e culturas tentaram descobrir para onde nos encaminhamos, “qual é o nosso destino?”. Profetas já escreveram e pregaram sobre o assunto.

O Homem é uma fábrica de ideias. É o seu motor efetivamente. Ideias nascem da mente humana como o pólen da flor. E como estas, geram oportunidades, oxalá, novos modos de vida.

Ideias são o combustível do homem, possibilitando que o mundo se mova. Todo o entusiasmo humano de viver está diretamente ligado à elas.

A mais recente e popular ideia é a Web 2.0: a interação humana pelas Redes Sociais. A digitalização do processo de comunicação e interação das classes e organizações sociais humanas.

“A internet é a representação bit a bit do homem”, diz Conrado Adolpho Vaz, em seu livro Google Marketing, Editora Novatec. “Sem pessoas, a internet seria apenas uma cidade fantasma” (ibidem). São elas que dão forma e sentido à internet. São elas que dão valor e conteúdo.

A internet transpira o Homem. Seu fim é tudo pelo Homem.

A vantagem da internet sobre todas as demais ideias do homem é que ela fala às multidões de forma rápida, direta e democrática. Hoje em dia, dominar a tecnologia das Redes Sociais é conseguir controlar a opinião pública. É poder.

O homem-alfa de hoje não é mais aquele troglodita forte , aquele nobre latifundiário ou mesmo o dono da fábrica. É o nerd franzino que hackeia a vida das pessoas e se comunica virtualmente com desenvoltura, gerando benefícios ao seu status real.

Pessoas são o motor de todas as ideias e os motoristas são os que conseguem rapidamente ler os códigos dos avanços tecnológicos que organizam as Mídias Sociais no desenvolvimento e aplicação do Marketing de Relacionamento.

Mídias Sociais: terra de missão

Segundo especialistas, preço e qualidade já não são mais decisivos na escolha dos consumidores. O que fala mais alto é o branding (conceito da marca). E isso se deve ao insistente, forte e produtivo trabalho que os profissionais de marketing vêm fazendo para valorizar as marcas que representam.

As redes sociais também contribuíram imensamente para que o branding se estabelecesse como principal sensibilizador na hora da compra.
Através de canais qualificados, o branding se revela, é disseminado, se explica, mostra a cara e o corpo inteiro. Assim, gera confiança, relacionamento, interação e, consequentemente, identificação e paixão.
Cada vez mais vê-se clientes seguindo marcas nas redes sociais; não apenas para tirar suas dúvidas sobre determinado produto ou reclamar sobre determinado serviço, mas, principalmente, para estar antenado com as novidades e entender tudo que diz respeito à sua paixão.
Se nós, católicos, somos apaixonados por Cristo, que abraçou a cruz para a nossa salvação, e sendo a cruz nosso símbolo maior, sinal da vitória obtida pela paixão e morte de Jesus, porque não abraçarmos também essa cruz, que contém todo um conceito de marca (branding)?
A cruz é o sinal do cristão. A cruz é a nossa marca. Pela cruz chegamos a Deus.
Nas redes sociais, precisamos testemunhar essa vitória de Cristo. Esse amor imenso que nos encanta e nos anima a sermos quem somos.
As mídias sociais hoje se apresentam como moderno areópago onde nós, cristãos, devemos testemunhar o amor infinito e misericordioso de Deus.
Mídias Sociais: terra de missão.
Glória a Deus no mais alto dos céus!!!
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